Pelo respeito ao policial e bombeiro

04/03/2015 17:46

A Associação de Praças dos Policiais e Bombeiros Militares de Pernambuco (ASPRA-PE) está preocupada em defender a liberdade de expressão e garantir os direitos fundamentais da tropa. A Constituição Federal, no seu artigo 5º, é clara: ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. Além disso, é livre a manifestação de pensamento.

 

Sendo assim, é direito do policial ou bombeiro militar não conceder entrevista a qualquer meio de comunicação. A campanha foi iniciada em São Paulo e tomou conta de todo o Brasil, por uma razão muito simples: alguns jornalistas ou empresas de comunicação estão explorando indevidamente a imagem do PM ou BM, os colocando muitas vezes em risco, seja nas ruas ou dentro das Corporações, possibilitando o risco de punições administrativas.

 

Diz um ditado popular que “paga o justo pelo pecador”, ou seja, por conta de alguns jornalistas não muito éticos, a revolta disseminou e foi generalizada. A ideia não é atacar ninguém diretamente, portanto, não é justo que a imagem dos policiais e bombeiros sejam afetadas. A campanha é um alerta para o exercício de um importante palavra: respeito. É preciso que a imprensa tenha mais respeito ao trabalho dos PMs e BMs para que ela volte a ser respeitada.

 

Existem dezenas de programas televisivos no Brasil todo que ganham destaque com o foco no que eles chamam de “jornalismo policial e investigativo”. No entanto, o que temos visto nos últimos dias é um destaque total ao que a bandidagem tem realizado. Só apresentam a polícia ou o bombeiro de maneira negativa. Tal fato, além de super valorizar a malandragem, vem colaborando com o aumento da violência e com a desmoralização do trabalho policial.

 

Ao invés da imprensa atacar os policiais e bombeiros militares, ela deveria era fazer uma reflexão quanto ao seu papel na sociedade. Que tal reformular esses programas? Que tal olhar a polícia com outros olhos e buscar entender como ela funciona e porque age de tal forma em determinados momentos? Vamos ouvir mais as associações, destacar mais as necessidades da tropa, suas carências?  

 

O momento é de reflexão e de respeito. Muito respeito.

 

A Diretoria


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