Chega de ser mão de obra barata: Guarda Patrimonial vai à luta

25/07/2016 00:03

 

Cansados de serem explorados, os guardas patrimoniais vão às ruas, na luta em defesa dos nossos direitos. A Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA – PE) preocupada com a situação da categoria e sai na frente em apoio a esses policiais e bombeiros militares. Chega de ser mão de obra barata na mão do Governo do Estado. Chega de Exploração! No próximo dia 11 de agosto, grande concentração na assembleia legislativa a partir das 10h da manhã. Contamos com a participação de todos. Sem luta não há conquista!

“Há oito anos não temos reajuste da gratificação da Guarda patrimonial. Ganhamos menos que um salário mínimo. Enquanto isso, pagam R$ 4.050,00 a um vigilante de empresa privada”, questiona o presidente da ASPRA – PE, José Roberto Vieira. A Guarda Patrimonial é composta por policiais e bombeiros militares aposentados que são aproveitados pelo Governo do Estado para a segurança do patrimônio e até, pasmem, para segurança  de cadeias e presídios.

Não é função dos guardas estar em presídios mas são aproveitados para quase tudo. Segurança de quartéis, Casa Militar, Tribunal de Justiça, núcleos. “Somos mão de obra qualificada, fardada e experiente. Infelizmente, não querem pagar o que temos direito. Nos tratam quase como escravos, pagando uma mixaria!”, conclui José Roberto.  A ASPRA – PE já encaminhou documento ao Governo do Estado, Secretaria de Administração e Comando Geral  questionando o tratamento dado a esses PMs e BMs.     

 

Nossas reivindicações:

 

- O soldo de um soldado

- Gratificação de Risco de Vida nos mesmos moldes que é pago a um militar da ativa

- Escala de serviço 24X72 ou 12x36, conforme a lei Complementar n° 169 de 20 de maio de 2011

- Condições dignas de trabalho   

 


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